Por Caio Fábio
“Voltar ao primeiro amor” é o mesmo que dizer volta à “Videira Verdadeira”, retorna à seiva da Vida, volve ao lar e à intimidade do Pai, busca e fica no que um dia já foi “a melhor parte” para você.
O “primeiro amor” aniquila qualquer que seja a outra forma de amar. Quando Jesus falou isto, no Apocalipse, o que Ele via era a Igreja em Laudiceia amando a ortodoxia, a doutrina certa, e o compromisso com o que é correto.
Tudo muito bom, mas tudo muito morto!
Sim! Lindo para a religião dos fiéis contra os infiéis, mas totalmente nulo ante Aquele que não nos chamou para amar doutrinas, mas sim a Ele, e isso numa relação pessoal, ou mesmo numa relação de natureza conjugal, conforme Deus com Israel e Cristo com a Igreja. Ou seja: uma relação de amor que me põe casado com Deus em amor e verdade.
Quem perdeu o primeiro amor perdeu a paixão da fé, o surto de carinho quebrantado por Jesus, e tornou-se acostumado ao Sublime, sofrendo de cinismo sensorial, intelectual, psicológico e espiritual.
Sabe muito. Às vezes pensa que até sabe tudo. Mas doutrina não é Deus e Deus não é doutrina. Deus é amor, e o justo vive pela fé, e a fé tem que ser surto de confiança em Deus, por amor. Assim, o que é a doutrina quando o que a faz valer é a verdade do vinculo de amor por Deus?
Quando Jesus falou do “ramo” que pensa que pode existir e viver fora da Videira Verdadeira, Ele falou da presunção humana, em geral provocada pelas seguranças que a religião, a moral, a ética e filosofia, muitas vezes, supostamente concedem ao tolo que não sabe que qualquer dessas coisas não vale para Deus mais que um bolo de dejeto de vaca no curral. Aliás, qualquer dejeto vale mais para Deus do que esse “bolo” que procede da presunção da autonomia humana em relação ao amor ao Senhor e aos Seus filhos.
Ora, se Paulo disse que “sem amor nada aproveitará”, ele quis dizer exatamente o que disse. Sim, pois nada será em significado para Deus se não existir pelo amor, posto que como Deus é amor, só é de Sua essência aquilo e aquele que é em amor.
As demais coisas existem. Mas somente o que é em amor é de fato para Deus!
O amor é a única matéria que existe em qualquer construção para a eternidade!
O “ultimo amor”, segundo Jesus no Apocalipse, é feito de obras, de feitos, de atividades, de performances justas e sérias, de ortodoxia, de respeitabilidade que zela por si mesma como imagem coerente, e que diz que tudo isto é assim porque a pessoa ou a instituição representam Jesus no mundo.
É mais cômodo falar de amor do que amar, criar entidades que sirvam à comunidade do que amar a uma pessoa; é mais fácil criar o que for como obra de bondade do que ser bom e simples, sem observadores e sem testemunho a dar, mas apenas por que o amor é o fruto natural da Árvore de Vida da qual se é somente um ramo.
É mais fácil cozinhar para Jesus e limpar a casa para Ele, do que ficar quieta aos pés Dele, deixando a verdade revelar o próprio coração. Marta fugia da grande entrega. Maria descobrira que o mundo acabara depois de ela ter Visto Jesus.
Mas crer como se crê no início [como uma criança] é coisa que a nossa “maturidade” repudia. Afinal, para que descobrir, aprender sempre, sorrir de tudo o que é belo e novo, deixar-se surpreender, e entregar a vida às decisões invisíveis do Amor? Sim! Para que confiar na fidelidade invisível do amor de Deus? E por que dar valor absoluto àquilo que o mundo nem admite que seja verdade ou realidade?
É por tudo isto que é muito difícil voltar ao primeiro amor. Sim! Depois de tanta história e experiência? Depois de tanta realidade? Depois de tanto estrada fora do caminho sobremodo excelente? Sim! A gente fica cínico e curtido! A gente fica “casca grossa”, como de diz na linguagem do Jiu-jitsu. Pois para cada fato novo tem-se uma história nossa. Para cada milagre a gente tem dezenas para contar. Para cada ação de Deus existem as Dele para conosco, as quais compõem o nosso livro de Atos Pessoais.
E pior: dependendo da pessoa o que nela se instala é descrença mesmo, e, assim, mantém-se na Estrada, porém fora do Caminho, aparte da Videira, fabricando amor para ela mesma nos outros, mas longe do primeiro amor em Deus.
Assim, nenhuma conversão é mais difícil do que aquela que nos leva do último amor feito de obras, ao primeiro amor feito de amor, de amor que dá fruto sem ter que fazer nada, assim como as mangueiras aqui de casa se derramam em mangas às centenas sem que isto lhes seja um esforço ou mesmo uma tarefa. Elas não se gloriam das mangas que dão.
Elas mangam porque são mangueiras. Mangar significa fazer pouco. Dizer que elas mangam é dizer que elas fazem pouco. Assim, as mangueiras mangam das obras que não são simplesmente a vagabundagem da natureza que dá o que dá apenas porque é o que é e como é.
Não caia no engano de pensar que porque você criou uma fábrica de obras isso significa que você está dando fruto para Deus.
Em Deus somente o amor dá fruto, e sem amor nada é além de obra. Obra que outros aproveitarão, mas que para você de nada aproveitarão. Jamais!
O que escrevi já basta por hoje!
Pense e ore. E o que aqui está levará você da Estrada para o Caminho sobremodo excelente.
Nele, que é amor e que só ama com amor e que só chama de verdade o que é feito de e com amor,
Terça-feira, 28 de Abril de 2009
O difícil retorno ao essencial
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
PÁSCOA: Ele é o meu êxodo e a minha alegria!
Por Caio Fábio
Na Páscoa verdadeira acontecem duas mortes: a do Cordeiro e daqueles por quem Ele morreu.
Na morte de Jesus eu não escapei da morte, eu morri com Ele, a fim de poder viver com Ele.
Se Jesus morreu, mas eu escapei de morrer com Ele, significa que Ele não morreu por mim...
Entretanto, Jesus morreu por mim independentemente de que eu tenha aceitado morrer com Ele, em Sua morte.
Assim a Graça principia...
Afinal, Cristo Jesus deu a vida por nós, sendo nós ainda alienados Dele por completo.
Todavia, uma vez que eu celebre a Páscoa como morte de Jesus, o Cordeiro, por mim, então, por tal consciência, segundo Paulo, eu devo também me considerar morto para o pecado e vivo para Deus.
É como tudo o mais que seja de Deus!...
Começa sempre unilateral, mas, depois que existe consciência e alguma fé, o que se diz aos discípulos é o seguinte: Você quer perdão..., mais perdão..., perdão sempre... — então, perdoe sempre, até 70 x 7 num único dia!
É por isto que somente os misericordiosos alcançam misericórdia sempre!
Entretanto, em Páscoas de Ovo... — não há lugar para a Cruz, e, muito menos, para se celebrar a nossa própria morte com Jesus.
Ninguém quer morrer...
Todo mundo quer viver, viver e viver.
Mas não há vida em Jesus sem que eu aceite que a morte de Jesus quer ser a minha morte...
Este é o ensino de Paulo o tempo todo, à exaustão.
O convite da Páscoa existencial do Novo Testamento é para que nós nos conformemos com Jesus na Sua morte, a fim de obtermos superior ressurreição.
E mais:
No ensino de Paulo o morrer com Jesus, o aceitar as implicações de Sua morte, trazia como conseqüência a consciência de nossa morte para o viver segundo o capricho, o egoísmo, o “si-mesmo”.
Entretanto, Paulo diz: “Fazei morrer a vossa natureza terrena”... — e a descreve tal natureza como sendo aquilo que mata a alma e o espírito; a saber: maldade, luxuria, inveja, prostituição, amargura, ódio, gritarias e maldade no falar; entre tantas outras coisas.
Assim, a verdadeira Páscoa existencial, segundo o Evangelho, é todo dia; e é algo que a gente faz...
Existe a dimensão do “fazei” no Novo Testamento!
Está Tudo Feito para que, em mim, possa ser feito; e em tal tarefa sou colaborador de Deus, abrindo o ser para que a operação do Espírito não encontre o pior adversário da Graça, que é a nossa própria indisposição de aceitarmos a cura como morte... em Jesus.
Sim! Nossa cura é morrermos; a fim de que possamos provar a outra vida, que não é no além ainda, mas aqui e agora; já.
Hoje, mais do que nunca antes, por imposição do amor de Deus em meu favor na história, sei o que é estar morto enquanto se está vivo.
Antes de tudo..., para mim era como para mim é hoje em termos de compreensão. Todavia, não em termos de real entendimento.
O entendimento é um discernimento engendrado em nós pelo Espírito, em razão do casamento da Palavra e da Experiência. Ora, é isto que nos leva a gloriamos-nos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, experiência e esperança em plenitude.
Desse modo, tive que sentir na carne o significado de estar morto para o mundo, para todo o mundo e pra todo mundo, ao ponto de virar um fantasma, ao ponto de não ser conhecido nem pelos mais conhecidos, ao ponto de me perguntar: Mas como não vêem que eu sou ainda eu mesmo em Cristo?
Entretanto, dou muitas graças a Deus pela experiência da morte; e, creia, até me alegro quando, ainda hoje, sou tratado como morto — pois, aprendi como é grande a liberdade de um morto!
Na realidade me refiro de modo alegórico à minha experiência de morrer ante os sentidos do mundo [incluindo no mundo a “igreja”], pois, foi por ela, pela libertação do Super-Ego do Mundo sobre mim, que pude provar a alegria de outra vez servir a Deus como no principio de tudo: livre e alegremente.
Hoje sinto que já há grupos querendo diminuir a minha Páscoa em Jesus.
Sim! Já há pessoas querendo dizer que “expressões” devo usar ou não. Rsrsrs.
Tolos. Não vêem que estou morto para os caprichos de vocês!
Não queriam que eu voltasse a falar nunca mais!...
Agora querem me censurar em nome do pudor e das boas expressões da religião!...
É mais ou menos assim...
Antes gritavam:
Matemo-lo!
Como não mataram, então, dizem:
Vistamo-lo!
Ora, digo isto apenas para ilustrar o fato que, quando morremos com Jesus, quando nossa reputação, justiça-própria, glória, honra, e tudo quanto seja importante e elevado entre os homens, acaba para nós, então, aí é que começa a vida.
Com isto não recomendo a ninguém a experiência da busca de uma catástrofe. Apenas digo que é pelo querer, pelo fazer, pela decisão... que se pode, dia a dia, ir fazendo morrer a nossa natureza terrena; na mesma medida em que apenas nos gloriemos em Jesus, na Cruz, na Vida que é; e, assim, vivamos em novidade de vida; não segundo o mundo; não para chocar ninguém; mas apenas para dar o testemunho da nova consciência segundo a fé, que é pura para comer e beber com gratidão, e feliz para testemunhar somente pela alegria da libertação.
Todavia, saiba:
Uma das primeiras manifestações de que de fato morremos com Jesus, é o abdicar de toda importância humana que se contraponha à simplicidade do que seja a Verdade em Jesus.
E mais:
Os mortos já não têm mais divida alguma!
Quem serão os credores que entrarão na morte para cobrar ao morto? Sim! Se o morto morreu em Jesus, na Cruz?
Paulo diz: Aquele que morreu já não tem dívidas!
Assim, fique livre para andar livre; e isto só acontece quando se caminha exclusivamente segundo o Evangelho.
Desse modo, estou ressuscitado com Jesus. E, por causa Dele, a morte já não tem domínio sobre mim.
Todo dia é uma nova vida!
Nele, que é a nossa Páscoa,
Na Páscoa verdadeira acontecem duas mortes: a do Cordeiro e daqueles por quem Ele morreu.
Na morte de Jesus eu não escapei da morte, eu morri com Ele, a fim de poder viver com Ele.
Se Jesus morreu, mas eu escapei de morrer com Ele, significa que Ele não morreu por mim...
Entretanto, Jesus morreu por mim independentemente de que eu tenha aceitado morrer com Ele, em Sua morte.
Assim a Graça principia...
Afinal, Cristo Jesus deu a vida por nós, sendo nós ainda alienados Dele por completo.
Todavia, uma vez que eu celebre a Páscoa como morte de Jesus, o Cordeiro, por mim, então, por tal consciência, segundo Paulo, eu devo também me considerar morto para o pecado e vivo para Deus.
É como tudo o mais que seja de Deus!...
Começa sempre unilateral, mas, depois que existe consciência e alguma fé, o que se diz aos discípulos é o seguinte: Você quer perdão..., mais perdão..., perdão sempre... — então, perdoe sempre, até 70 x 7 num único dia!
É por isto que somente os misericordiosos alcançam misericórdia sempre!
Entretanto, em Páscoas de Ovo... — não há lugar para a Cruz, e, muito menos, para se celebrar a nossa própria morte com Jesus.
Ninguém quer morrer...
Todo mundo quer viver, viver e viver.
Mas não há vida em Jesus sem que eu aceite que a morte de Jesus quer ser a minha morte...
Este é o ensino de Paulo o tempo todo, à exaustão.
O convite da Páscoa existencial do Novo Testamento é para que nós nos conformemos com Jesus na Sua morte, a fim de obtermos superior ressurreição.
E mais:
No ensino de Paulo o morrer com Jesus, o aceitar as implicações de Sua morte, trazia como conseqüência a consciência de nossa morte para o viver segundo o capricho, o egoísmo, o “si-mesmo”.
Entretanto, Paulo diz: “Fazei morrer a vossa natureza terrena”... — e a descreve tal natureza como sendo aquilo que mata a alma e o espírito; a saber: maldade, luxuria, inveja, prostituição, amargura, ódio, gritarias e maldade no falar; entre tantas outras coisas.
Assim, a verdadeira Páscoa existencial, segundo o Evangelho, é todo dia; e é algo que a gente faz...
Existe a dimensão do “fazei” no Novo Testamento!
Está Tudo Feito para que, em mim, possa ser feito; e em tal tarefa sou colaborador de Deus, abrindo o ser para que a operação do Espírito não encontre o pior adversário da Graça, que é a nossa própria indisposição de aceitarmos a cura como morte... em Jesus.
Sim! Nossa cura é morrermos; a fim de que possamos provar a outra vida, que não é no além ainda, mas aqui e agora; já.
Hoje, mais do que nunca antes, por imposição do amor de Deus em meu favor na história, sei o que é estar morto enquanto se está vivo.
Antes de tudo..., para mim era como para mim é hoje em termos de compreensão. Todavia, não em termos de real entendimento.
O entendimento é um discernimento engendrado em nós pelo Espírito, em razão do casamento da Palavra e da Experiência. Ora, é isto que nos leva a gloriamos-nos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, experiência e esperança em plenitude.
Desse modo, tive que sentir na carne o significado de estar morto para o mundo, para todo o mundo e pra todo mundo, ao ponto de virar um fantasma, ao ponto de não ser conhecido nem pelos mais conhecidos, ao ponto de me perguntar: Mas como não vêem que eu sou ainda eu mesmo em Cristo?
Entretanto, dou muitas graças a Deus pela experiência da morte; e, creia, até me alegro quando, ainda hoje, sou tratado como morto — pois, aprendi como é grande a liberdade de um morto!
Na realidade me refiro de modo alegórico à minha experiência de morrer ante os sentidos do mundo [incluindo no mundo a “igreja”], pois, foi por ela, pela libertação do Super-Ego do Mundo sobre mim, que pude provar a alegria de outra vez servir a Deus como no principio de tudo: livre e alegremente.
Hoje sinto que já há grupos querendo diminuir a minha Páscoa em Jesus.
Sim! Já há pessoas querendo dizer que “expressões” devo usar ou não. Rsrsrs.
Tolos. Não vêem que estou morto para os caprichos de vocês!
Não queriam que eu voltasse a falar nunca mais!...
Agora querem me censurar em nome do pudor e das boas expressões da religião!...
É mais ou menos assim...
Antes gritavam:
Matemo-lo!
Como não mataram, então, dizem:
Vistamo-lo!
Ora, digo isto apenas para ilustrar o fato que, quando morremos com Jesus, quando nossa reputação, justiça-própria, glória, honra, e tudo quanto seja importante e elevado entre os homens, acaba para nós, então, aí é que começa a vida.
Com isto não recomendo a ninguém a experiência da busca de uma catástrofe. Apenas digo que é pelo querer, pelo fazer, pela decisão... que se pode, dia a dia, ir fazendo morrer a nossa natureza terrena; na mesma medida em que apenas nos gloriemos em Jesus, na Cruz, na Vida que é; e, assim, vivamos em novidade de vida; não segundo o mundo; não para chocar ninguém; mas apenas para dar o testemunho da nova consciência segundo a fé, que é pura para comer e beber com gratidão, e feliz para testemunhar somente pela alegria da libertação.
Todavia, saiba:
Uma das primeiras manifestações de que de fato morremos com Jesus, é o abdicar de toda importância humana que se contraponha à simplicidade do que seja a Verdade em Jesus.
E mais:
Os mortos já não têm mais divida alguma!
Quem serão os credores que entrarão na morte para cobrar ao morto? Sim! Se o morto morreu em Jesus, na Cruz?
Paulo diz: Aquele que morreu já não tem dívidas!
Assim, fique livre para andar livre; e isto só acontece quando se caminha exclusivamente segundo o Evangelho.
Desse modo, estou ressuscitado com Jesus. E, por causa Dele, a morte já não tem domínio sobre mim.
Todo dia é uma nova vida!
Nele, que é a nossa Páscoa,
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Sexta-feira, 27 de Março de 2009
Quem é e quem não é do "Caminho da Graça”
Por Caio Fábio
O “Caminho da Graça” não existe, a menos que você o torne existente para você.
Tem gente que pensa que existe algo real com o nome de “Caminho da Graça”. Não. Tal coisa não existe. E jamais deixarei que exista.
Existe uma nomenclatura dada a um movimento de busca da simplicidade do Evangelho, o qual, entre nós, circunstancialmente, se chama “O Caminho da Graça”.
Mas não existe nada como as mulheres do “Caminho da Graça”, os adolescentes do “Caminho da Graça”, os jovens do “Caminho da Graça”, ou mesmo os mentores do “Caminho da Graça”.
Temos reuniões para gente: homens, mulheres, crianças, jovens, adolescentes e até para os adultos que se sentem eternamente meninos. Mas participar do grupo não faz da pessoa uma pessoa do “Caminho da Graça”, a menos que ela viva o Evangelho.
No “Caminho da Graça” somente é quem é; quem não é… pode freqüentar, estar em todas, mas não é.
Sim! Pois no “Caminho da Graça” apenas se dá valor ao que a pessoa faça de uso do bem do Evangelho para ela. Se fizer…, está no “Caminho da Graça”, se não fizer... pode fazer o que desejar, mas não é e não está no “Caminho da Graça”.
É por isto que não temos “membros”, nem “oficiais”, nem coisa alguma que dê à pessoa a ilusão de que por ter uma função oficial, isto faça dela uma pessoa especial.
Perguntam-me:
“Fulano é do “Caminho da Graça”?”
Respondo:
“Não sei. É?”
Então afirmam:
“É sim. Tá lá todo domingo!”
Respondo:
“O diabo também”.
Retrucam:
“Mas a pessoa da qual falo é de lá sim; diz que é seu discípulo e defende você em tudo!”
Respondo:
“Defender-me não o torna do “Caminho da Graça”. Ele será do “Caminho da Graça” apenas se andar com Jesus, o Caminho. No “Caminho da Graça” não temos ninguém que seja do “Caminho da Graça” apenas porque apareça, goste ou freqüente”.
Temos uma reunião ou mais. O nome do ajuntamento desses discípulos é “Caminho da Graça”. Mas o nome somente será mais que um nome se a pessoa viver o Caminho de Jesus, abraçar o Evangelho. Do contrário, é apenas uma pessoa freqüentando um ambiente no qual o Evangelho é pregado; embora a pessoa não seja do “Caminho da Graça”, a menos que se faça um ente de tal realidade pela simples seriedade com a qual trate o Evangelho em sua vida.
Assim, quando me dizem:
“Os jovens do “Caminho da Graça” ou os adolescentes do “Caminho da Graça” estão fazendo besteira”, eu digo:
“O Caminho da Graça” não tem a paternidade de ninguém. O “Caminho da Graça” não adota pessoas; pessoas é que adotam o “Caminho da Graça” quando se tornam discípulas de Jesus. Enquanto obedecerem ao Evangelho serão do “Caminho da Graça”, mas no dia em que desistirem do Evangelho como bem para as suas próprias vidas, nesse dia já não serão do “Caminho da Graça”.”
Por isto, no “Caminho da Graça” ninguém disciplina ninguém se você entender por disciplina aquilo que as “igrejas” fazem: afastar o membro.
No “Caminho da Graça” ninguém afasta ninguém, as pessoas se afastam quando não suportam mais o Evangelho.
E quando há dos que não assumem e nem se afastam, nada muda, pois, tem-se apenas uma pessoa ouvindo o Evangelho, e, em mim, sempre há a esperança de que a pessoa se converta.
O “Caminho da Graça” não assume nenhum papel de Xerife, ou de pai, ou mãe, ou de “igreja”; ou seja: de superego dos crentes!
No “Caminho da Graça” quem, sendo filho, tem pai e mãe, o “pastor” de tal pessoa jovem será o pai ou a mãe.
Ninguém é chamado para se explicar. A vida da pessoa a explica todo dia, para o bem e para o mal.
No máximo o que se faz é, ao se ver que uma pessoa não está andando conforme o Evangelho, apenas pedir que ela dê um tempo nas atividades publicas à frente de eventos ou coisas relacionadas ao “Caminho da Graça”, mas se insta com ela para que fique exposta à Palavra.
“O Caminho da Graça” apenas tem duas instancias de manifestação; uma grupal e densa e outra individual; ou seja: as reuniões do grupo e as ações dos indivíduos comprometidos com o Evangelho.
Não queremos ser uma comunidade/clube, na qual os membros se sintam pertencendo ao grupo.
No “Caminho da Graça” apenas queremos que as pessoas se exponham ao Evangelho. Se andarem juntas por gostarem da companhia umas das outras, que façam bom proveito. Mas não é por isto que se tornam mais do “Caminho da Graça” do que quem apenas ouve a Palavra e faz bom proveito dela em sua vida, sem jamais querer sair para comer uma pizza depois da reunião, que pode até ter sido “um culto”, no caso de todos os que dela participem tenham adorado a Deus em espírito e em verdade, no ato de cultuarem juntos.
Assim, um monte de adolescentes que andem pelas reuniões do “Caminho da Graça” não são os “Adolescentes do Caminho”, mas apenas um grupo de meninos que aparecem nas reuniões do “Caminho da Graça”.
Os do “Caminho da Graça” são os que, pela vida, confessam Jesus e o Evangelho. Os que assim não fazem são apenas pessoas que aparecem aos encontros, mas que nada fazem do bem do Evangelho em suas vidas; portanto, andam nas reuniões do “Caminho da Graça”, mas ainda não estão no Caminho.
Assim, no “Caminho da Graça” ninguém é a menos que seja; pois, se não for, não se tornará por nada neste mundo.
“O Caminho da Graça” não é um ajuntamento, antes de ser um conceito: O Evangelho.
Meu compromisso é apenas pregar sem falsificação o Evangelho. O que fazem com o que prego é decisão de cada um. Eu, todavia, não tenho membros e nem oficiais, pois, entre nós, só é oficial aquilo que se torna vivo pelo Evangelho todos os dias, e só é membro quem serve o próximo, não quem dá o dízimo ou vira bucha de reuniões sem sentido... para a pessoas que aparecem sem saber nem bem a razão.
Desde que “O Caminho da Graça” iniciou aqui em Brasília, e, depois, pelo Brasil e até em outros paises, já recebi cartas de pessoas me cobrando algo sobre o comportamento de alguém ou alguns que dizem ser do “Caminho da Graça”.
Minha resposta é sempre a mesma:
“Ele pode até freqüentar as reuniões, mas não é do Caminho, pois, no “Caminho da Graça” só é verdade o que for verdade em Jesus, o que não for, não faz ninguém se tornar do “Caminho da Graça”.
No Caminho de Jesus só é quem se faz ser todos os dias!
Quando você vir alguém se jactando que é do “Caminho da Graça”, não creia nele. Quem é do Caminho não se jacta de nada, apenas serve sem questões e sem argumentos.
Quando você vir alguém se dizendo do “Caminho da Graça” ao mesmo tempo em que negue o Evangelho na prática da vida, pode dizer: “Você freqüenta as reuniões do grupo o “Caminho da Graça”, mas você não é do “Caminho da Graça”, posto que não haja graça em seu caminhar”.
Perguntam-se:
O “Caminho da Graça” tem membros?
Respondo:
“Tem todos os que andam com Jesus segundo a simplicidade do Evangelho. Esses são os membros se forem membros do Corpo de Cristo, manifestando isso pela adesão de discípulo a Jesus”.
No dia em que se fizer a “conta” de quantos sejam os membros do “Caminho da Graça”, nesse dia o “Caminho da Graça” acabou.
A permanecia do “Caminho da Graça” dependerá totalmente de sua coragem de total impermanência.
Um grupo de gente que freqüenta o “Caminho da Graça” é apenas um monte de gente que freqüenta o “Caminho da Graça”.
Se estiverem fazendo o que é bom, bom será o que fizeram. Se estiverem fazendo o que é mal, mal será o que fizerem.
Simples assim.
Se passar disso, saiba: não é o “Caminho da Graça”; pois, entre nós tal é radicalidade existencial anunciada; se for, é; se não for, não é.
O resto é o velho fantasma da “igreja” assombrando os crentes ainda viciados em pertencer sem ser.
Ou então é o ardil de sempre do diabo, estimulando o individuo a pertencer [como se fosse possível] sem se tornar.
Em Jesus quem é, é; quem não é, não é.
É assim que é com Jesus. Por que deveria eu adotar outro critério?
Jamais!
Afinal, no “Caminho da Graça” não vale tudo e não vale nada, pois, só vale o Evangelho.
Assim, quem ama Jesus e anda no Evangelho, esse é do “Caminho da Graça”. Mas quem apenas acha legal ou pensa que vale tudo, esse saberá que no “Caminho da Graça” as coisas são ainda mais estreitas, pois, não se tem a ilusão nem dos números e nem dos membros...; posto que apenas sejam do “Caminho da Graça” os que sejam do único Caminho de Vida, Jesus.
Perguntam-me:
“No “Caminho da Graça” vale tudo?”
Respondo:
“Não! No “Caminho da Graça” só vale o que seja Evangelho; pois, o que não for... para nós não vale nada!”
Portanto, só é membro do “Caminho da Graça” quem se fizer ramo da Videira por conta própria, único modo de alguém se tornar ramo da Videira Verdadeira,
O “Caminho da Graça” não existe, a menos que você o torne existente para você.
Tem gente que pensa que existe algo real com o nome de “Caminho da Graça”. Não. Tal coisa não existe. E jamais deixarei que exista.
Existe uma nomenclatura dada a um movimento de busca da simplicidade do Evangelho, o qual, entre nós, circunstancialmente, se chama “O Caminho da Graça”.
Mas não existe nada como as mulheres do “Caminho da Graça”, os adolescentes do “Caminho da Graça”, os jovens do “Caminho da Graça”, ou mesmo os mentores do “Caminho da Graça”.
Temos reuniões para gente: homens, mulheres, crianças, jovens, adolescentes e até para os adultos que se sentem eternamente meninos. Mas participar do grupo não faz da pessoa uma pessoa do “Caminho da Graça”, a menos que ela viva o Evangelho.
No “Caminho da Graça” somente é quem é; quem não é… pode freqüentar, estar em todas, mas não é.
Sim! Pois no “Caminho da Graça” apenas se dá valor ao que a pessoa faça de uso do bem do Evangelho para ela. Se fizer…, está no “Caminho da Graça”, se não fizer... pode fazer o que desejar, mas não é e não está no “Caminho da Graça”.
É por isto que não temos “membros”, nem “oficiais”, nem coisa alguma que dê à pessoa a ilusão de que por ter uma função oficial, isto faça dela uma pessoa especial.
Perguntam-me:
“Fulano é do “Caminho da Graça”?”
Respondo:
“Não sei. É?”
Então afirmam:
“É sim. Tá lá todo domingo!”
Respondo:
“O diabo também”.
Retrucam:
“Mas a pessoa da qual falo é de lá sim; diz que é seu discípulo e defende você em tudo!”
Respondo:
“Defender-me não o torna do “Caminho da Graça”. Ele será do “Caminho da Graça” apenas se andar com Jesus, o Caminho. No “Caminho da Graça” não temos ninguém que seja do “Caminho da Graça” apenas porque apareça, goste ou freqüente”.
Temos uma reunião ou mais. O nome do ajuntamento desses discípulos é “Caminho da Graça”. Mas o nome somente será mais que um nome se a pessoa viver o Caminho de Jesus, abraçar o Evangelho. Do contrário, é apenas uma pessoa freqüentando um ambiente no qual o Evangelho é pregado; embora a pessoa não seja do “Caminho da Graça”, a menos que se faça um ente de tal realidade pela simples seriedade com a qual trate o Evangelho em sua vida.
Assim, quando me dizem:
“Os jovens do “Caminho da Graça” ou os adolescentes do “Caminho da Graça” estão fazendo besteira”, eu digo:
“O Caminho da Graça” não tem a paternidade de ninguém. O “Caminho da Graça” não adota pessoas; pessoas é que adotam o “Caminho da Graça” quando se tornam discípulas de Jesus. Enquanto obedecerem ao Evangelho serão do “Caminho da Graça”, mas no dia em que desistirem do Evangelho como bem para as suas próprias vidas, nesse dia já não serão do “Caminho da Graça”.”
Por isto, no “Caminho da Graça” ninguém disciplina ninguém se você entender por disciplina aquilo que as “igrejas” fazem: afastar o membro.
No “Caminho da Graça” ninguém afasta ninguém, as pessoas se afastam quando não suportam mais o Evangelho.
E quando há dos que não assumem e nem se afastam, nada muda, pois, tem-se apenas uma pessoa ouvindo o Evangelho, e, em mim, sempre há a esperança de que a pessoa se converta.
O “Caminho da Graça” não assume nenhum papel de Xerife, ou de pai, ou mãe, ou de “igreja”; ou seja: de superego dos crentes!
No “Caminho da Graça” quem, sendo filho, tem pai e mãe, o “pastor” de tal pessoa jovem será o pai ou a mãe.
Ninguém é chamado para se explicar. A vida da pessoa a explica todo dia, para o bem e para o mal.
No máximo o que se faz é, ao se ver que uma pessoa não está andando conforme o Evangelho, apenas pedir que ela dê um tempo nas atividades publicas à frente de eventos ou coisas relacionadas ao “Caminho da Graça”, mas se insta com ela para que fique exposta à Palavra.
“O Caminho da Graça” apenas tem duas instancias de manifestação; uma grupal e densa e outra individual; ou seja: as reuniões do grupo e as ações dos indivíduos comprometidos com o Evangelho.
Não queremos ser uma comunidade/clube, na qual os membros se sintam pertencendo ao grupo.
No “Caminho da Graça” apenas queremos que as pessoas se exponham ao Evangelho. Se andarem juntas por gostarem da companhia umas das outras, que façam bom proveito. Mas não é por isto que se tornam mais do “Caminho da Graça” do que quem apenas ouve a Palavra e faz bom proveito dela em sua vida, sem jamais querer sair para comer uma pizza depois da reunião, que pode até ter sido “um culto”, no caso de todos os que dela participem tenham adorado a Deus em espírito e em verdade, no ato de cultuarem juntos.
Assim, um monte de adolescentes que andem pelas reuniões do “Caminho da Graça” não são os “Adolescentes do Caminho”, mas apenas um grupo de meninos que aparecem nas reuniões do “Caminho da Graça”.
Os do “Caminho da Graça” são os que, pela vida, confessam Jesus e o Evangelho. Os que assim não fazem são apenas pessoas que aparecem aos encontros, mas que nada fazem do bem do Evangelho em suas vidas; portanto, andam nas reuniões do “Caminho da Graça”, mas ainda não estão no Caminho.
Assim, no “Caminho da Graça” ninguém é a menos que seja; pois, se não for, não se tornará por nada neste mundo.
“O Caminho da Graça” não é um ajuntamento, antes de ser um conceito: O Evangelho.
Meu compromisso é apenas pregar sem falsificação o Evangelho. O que fazem com o que prego é decisão de cada um. Eu, todavia, não tenho membros e nem oficiais, pois, entre nós, só é oficial aquilo que se torna vivo pelo Evangelho todos os dias, e só é membro quem serve o próximo, não quem dá o dízimo ou vira bucha de reuniões sem sentido... para a pessoas que aparecem sem saber nem bem a razão.
Desde que “O Caminho da Graça” iniciou aqui em Brasília, e, depois, pelo Brasil e até em outros paises, já recebi cartas de pessoas me cobrando algo sobre o comportamento de alguém ou alguns que dizem ser do “Caminho da Graça”.
Minha resposta é sempre a mesma:
“Ele pode até freqüentar as reuniões, mas não é do Caminho, pois, no “Caminho da Graça” só é verdade o que for verdade em Jesus, o que não for, não faz ninguém se tornar do “Caminho da Graça”.
No Caminho de Jesus só é quem se faz ser todos os dias!
Quando você vir alguém se jactando que é do “Caminho da Graça”, não creia nele. Quem é do Caminho não se jacta de nada, apenas serve sem questões e sem argumentos.
Quando você vir alguém se dizendo do “Caminho da Graça” ao mesmo tempo em que negue o Evangelho na prática da vida, pode dizer: “Você freqüenta as reuniões do grupo o “Caminho da Graça”, mas você não é do “Caminho da Graça”, posto que não haja graça em seu caminhar”.
Perguntam-se:
O “Caminho da Graça” tem membros?
Respondo:
“Tem todos os que andam com Jesus segundo a simplicidade do Evangelho. Esses são os membros se forem membros do Corpo de Cristo, manifestando isso pela adesão de discípulo a Jesus”.
No dia em que se fizer a “conta” de quantos sejam os membros do “Caminho da Graça”, nesse dia o “Caminho da Graça” acabou.
A permanecia do “Caminho da Graça” dependerá totalmente de sua coragem de total impermanência.
Um grupo de gente que freqüenta o “Caminho da Graça” é apenas um monte de gente que freqüenta o “Caminho da Graça”.
Se estiverem fazendo o que é bom, bom será o que fizeram. Se estiverem fazendo o que é mal, mal será o que fizerem.
Simples assim.
Se passar disso, saiba: não é o “Caminho da Graça”; pois, entre nós tal é radicalidade existencial anunciada; se for, é; se não for, não é.
O resto é o velho fantasma da “igreja” assombrando os crentes ainda viciados em pertencer sem ser.
Ou então é o ardil de sempre do diabo, estimulando o individuo a pertencer [como se fosse possível] sem se tornar.
Em Jesus quem é, é; quem não é, não é.
É assim que é com Jesus. Por que deveria eu adotar outro critério?
Jamais!
Afinal, no “Caminho da Graça” não vale tudo e não vale nada, pois, só vale o Evangelho.
Assim, quem ama Jesus e anda no Evangelho, esse é do “Caminho da Graça”. Mas quem apenas acha legal ou pensa que vale tudo, esse saberá que no “Caminho da Graça” as coisas são ainda mais estreitas, pois, não se tem a ilusão nem dos números e nem dos membros...; posto que apenas sejam do “Caminho da Graça” os que sejam do único Caminho de Vida, Jesus.
Perguntam-me:
“No “Caminho da Graça” vale tudo?”
Respondo:
“Não! No “Caminho da Graça” só vale o que seja Evangelho; pois, o que não for... para nós não vale nada!”
Portanto, só é membro do “Caminho da Graça” quem se fizer ramo da Videira por conta própria, único modo de alguém se tornar ramo da Videira Verdadeira,
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Terça-feira, 24 de Março de 2009
O QUE É A FÉ?
POR CAIO FÁBIO
O que é a fé? — pessoas me perguntam.
“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam e a firme convicção de fatos que se não vêem” — é o que define o livro de Hebreus.
Entretanto, parece que tal definição não cobre o todo da fé para alguns. Isso porque aparentemente falta à definição o sentido da fé como concordância com a doutrina e como perseverança na tribulação. Para outros, os que crêem que fé é também dúvida, a definição de Hebreus jamais é citada, posto que lhes pareça ser excessivamente simples ou simplista.
A fé, porém, é certeza de esperanças e certeza da existência do que não é apreendido pelos sentidos imediatos, seja para perseverar, seja para andar contra tudo... sem perder a esperança jamais.
O homem de fé pode duvidar, como não raro acontece. Mas é o homem quem duvida, não é a fé que carrega a duvida.
Jesus disse que existe muita fé e pouca fé!
“Nunca vi fé como esta” — disse Ele acerca do Centurião Romano.
“Por que duvidaste, homem de pouca fé?” — indaga Ele a Pedro.
A pouca fé é a fé emocional e momentânea, é a fé que vai porque está acontecendo... Mas quando as “ondas” aparecem, então, com a aparição vai a fé...
Já a muita fé é aquela que não duvida uma vez que tenha visto em Quem crê, à semelhança do Centurião, que não precisava de nada mais próximo ou tátil, pois, cria que Jesus era o que Havia [Há]... acima de tudo e todos.
O pai da fé é Abraão.
Ora, por que Abraão é o pai da fé se não porque ele creu no amor de Deus e na vontade bondosa de Deus apesar de tudo?
Paulo diz que Abraão é o pai da fé por ter crido, na prática, na Ressurreição antes de ela acontecer. E assim levou seu filho para ser imolado, crendo que Deus era poderoso para reavê-lo dentre os mortos.
A fé não é, todavia, fé em si mesma, não é fé na fé.
Fé na fé é crença, não é fé.
Fé na fé é mágica, mas não é fé.
A fé não é em si mesma, mas se projeta para além de si.
A fé na fé vai bem enquanto o que nos cerca é contornável, mas quando deixa de ser, então, tal fé não suporta o embate com a realidade.
Em Jesus, no Seu ensino nos evangelhos, a fé não é uma elaboração intelectual e ou filosófica.
Em Jesus a fé é uma dádiva do Pai aos simples de coração, aos que não se deixaram cegar pelas forças das razões fundadas no poder do homem, no seu entendimento ou nas suas decisões.
Para Jesus a fé era para quem queria..., não para quem discutia.
Não vemos Jesus jamais tentar provar a fé com argumentos.
Ele fazia. Quem cria aproveitava. Quem não cria não tinha ajuda de explicações.
Não dá pra criar fé. Dá pra criar crença. Mas fé não é obra do homem, é graça de Deus aceita pelo coração sem resistência.
A verdadeira fé, portanto, só se estabelece em mim quando minhas razoes cessam de guerrear com a Palavra feita carne em Jesus.
Posso não entender mais nada no Universo. Mas creio que Jesus é Deus.
Ora, se é assim comigo, na mesma hora o Universo e a existência começam a se fazer mais simples para o meu entendimento, ainda que eu não possa explicar muita coisa.
Afinal, quem crê na Ressurreição dos mortos não tem razão para temer mais nada e nem para duvidar de coisa alguma.
Assim, a fé não fecha a mente, mas a abre para mais possibilidades inusitadas e impensáveis.
Por hoje é só.
Outra hora continuo...
Nele, em Quem creio,
O que é a fé? — pessoas me perguntam.
“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam e a firme convicção de fatos que se não vêem” — é o que define o livro de Hebreus.
Entretanto, parece que tal definição não cobre o todo da fé para alguns. Isso porque aparentemente falta à definição o sentido da fé como concordância com a doutrina e como perseverança na tribulação. Para outros, os que crêem que fé é também dúvida, a definição de Hebreus jamais é citada, posto que lhes pareça ser excessivamente simples ou simplista.
A fé, porém, é certeza de esperanças e certeza da existência do que não é apreendido pelos sentidos imediatos, seja para perseverar, seja para andar contra tudo... sem perder a esperança jamais.
O homem de fé pode duvidar, como não raro acontece. Mas é o homem quem duvida, não é a fé que carrega a duvida.
Jesus disse que existe muita fé e pouca fé!
“Nunca vi fé como esta” — disse Ele acerca do Centurião Romano.
“Por que duvidaste, homem de pouca fé?” — indaga Ele a Pedro.
A pouca fé é a fé emocional e momentânea, é a fé que vai porque está acontecendo... Mas quando as “ondas” aparecem, então, com a aparição vai a fé...
Já a muita fé é aquela que não duvida uma vez que tenha visto em Quem crê, à semelhança do Centurião, que não precisava de nada mais próximo ou tátil, pois, cria que Jesus era o que Havia [Há]... acima de tudo e todos.
O pai da fé é Abraão.
Ora, por que Abraão é o pai da fé se não porque ele creu no amor de Deus e na vontade bondosa de Deus apesar de tudo?
Paulo diz que Abraão é o pai da fé por ter crido, na prática, na Ressurreição antes de ela acontecer. E assim levou seu filho para ser imolado, crendo que Deus era poderoso para reavê-lo dentre os mortos.
A fé não é, todavia, fé em si mesma, não é fé na fé.
Fé na fé é crença, não é fé.
Fé na fé é mágica, mas não é fé.
A fé não é em si mesma, mas se projeta para além de si.
A fé na fé vai bem enquanto o que nos cerca é contornável, mas quando deixa de ser, então, tal fé não suporta o embate com a realidade.
Em Jesus, no Seu ensino nos evangelhos, a fé não é uma elaboração intelectual e ou filosófica.
Em Jesus a fé é uma dádiva do Pai aos simples de coração, aos que não se deixaram cegar pelas forças das razões fundadas no poder do homem, no seu entendimento ou nas suas decisões.
Para Jesus a fé era para quem queria..., não para quem discutia.
Não vemos Jesus jamais tentar provar a fé com argumentos.
Ele fazia. Quem cria aproveitava. Quem não cria não tinha ajuda de explicações.
Não dá pra criar fé. Dá pra criar crença. Mas fé não é obra do homem, é graça de Deus aceita pelo coração sem resistência.
A verdadeira fé, portanto, só se estabelece em mim quando minhas razoes cessam de guerrear com a Palavra feita carne em Jesus.
Posso não entender mais nada no Universo. Mas creio que Jesus é Deus.
Ora, se é assim comigo, na mesma hora o Universo e a existência começam a se fazer mais simples para o meu entendimento, ainda que eu não possa explicar muita coisa.
Afinal, quem crê na Ressurreição dos mortos não tem razão para temer mais nada e nem para duvidar de coisa alguma.
Assim, a fé não fecha a mente, mas a abre para mais possibilidades inusitadas e impensáveis.
Por hoje é só.
Outra hora continuo...
Nele, em Quem creio,
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009
O filão religioso
Por Ricardo Gondim
As Casas Bahia disputam o mesmo mercado que a Magazine Luiza. As duas lojas se engalfinham para abocanhar o filão dos eletrodomésticos, guarda-roupas de madeira aglomerada e camas de esponja fina. Buscam conquistar assalariados, serralheiros, aposentados e garis. Em seus comercias, o preço da geladeira aparece em caracteres pequenos, enquanto o valor da prestação explode gigante na tela da televisão. A patuléia calcula. Não importa o número de meses, se couber no orçamento, uma das duas, Bahia ou Luiza, fecha o negócio - o juro embutido deve ser um dos maiores do mundo.
Toda noite, entre oito e dez horas, a mesma lengalenga se repete nos programas evangélicos. Pelo menos quatro “ministérios” concorrem em outro mercado: o religioso. Todos caçam clientes que sustentem, em ordem de prioridade, os empreendimentos expansionistas, as ilusões messiânicas e o estilo de vida nababesco dos líderes. Assim, cada programa oferece milagres e todos calçam suas promessas com testemunhos de gente que jura ter sido brindada pelo divino. Deus lhes teria abençoado com uma vida sem sufoco. Infelizmente, o preço do produto religioso nunca é explicitado. Alardeia-se apenas a espetacular maravilha.
Considerando que a rádio também divulga prodígios a granel, como um cliente religioso pode optar? Para preferir uma igreja, precisa distinguir sobre qual missionário, apóstolo, pastor ou evangelista, Deus apontou o dedo. E se tiver uma filha com leucemia aguda, não pode errar. Ao apelar para uma igreja com pouco poder, perde a filha.
O correto seria freqüentar todas. Mas como? Em nenhuma dessas igrejas televisivas o milagre é gratuito ou instantâneo. As letrinhas, que não aparecem na parte de baixo do vídeo, afirmariam que, por mais “ungido” que for o missionário, um monte de exigência vem embutida na promessa da bênção. É preciso ser constante nos cultos por várias semanas, contribuir financeiramente para que a obra de Deus continue e, ainda, manter-se corretíssimo. Um deslize mínimo impede o Todo Poderoso de operar; qualquer dúvida é considerada uma falta de fé, que mata a possibilidade do milagre.
Lojas de eletrodoméstico vendem eletrodoméstico, óbvio. Igrejas evangélicas comercializam a idéia de que agenciam o favor divino com exclusividade. E por esse serviço, cobram caro, muito caro. Afinal de contas, um produto celestial não pode ser considerado de quarta categoria. A "Brastemp" espiritual que os teleevangelistas oferecem vem do céu.
O acesso ao milagre se complica, porque todos mercadejam o mesmo produto. Os critérios de escolha se reduzem a prazo de entrega, conforto e garantia.
Opa, quase esqueci! As lojas, em conformidade com o Código do Consumidor, são obrigadas a dar garantia, mas as igrejas evangélicas não dão garantia alguma. O cliente nunca tem razão. Quando a filha morrer de leucemia, o pai, além de enlutado, será responsabilizado pela perda. Vai ter que escutar que a menina morreu porque ele “deu brecha” para o diabo, não foi fiel ou não teve fé.
Mercadologicamente, Casas Bahia e Magazine Luiza estão bem à frente das igrejas. Melhor assim, geladeira nova é bem mais útil do que a ilusão do milagre.
As Casas Bahia disputam o mesmo mercado que a Magazine Luiza. As duas lojas se engalfinham para abocanhar o filão dos eletrodomésticos, guarda-roupas de madeira aglomerada e camas de esponja fina. Buscam conquistar assalariados, serralheiros, aposentados e garis. Em seus comercias, o preço da geladeira aparece em caracteres pequenos, enquanto o valor da prestação explode gigante na tela da televisão. A patuléia calcula. Não importa o número de meses, se couber no orçamento, uma das duas, Bahia ou Luiza, fecha o negócio - o juro embutido deve ser um dos maiores do mundo.
Toda noite, entre oito e dez horas, a mesma lengalenga se repete nos programas evangélicos. Pelo menos quatro “ministérios” concorrem em outro mercado: o religioso. Todos caçam clientes que sustentem, em ordem de prioridade, os empreendimentos expansionistas, as ilusões messiânicas e o estilo de vida nababesco dos líderes. Assim, cada programa oferece milagres e todos calçam suas promessas com testemunhos de gente que jura ter sido brindada pelo divino. Deus lhes teria abençoado com uma vida sem sufoco. Infelizmente, o preço do produto religioso nunca é explicitado. Alardeia-se apenas a espetacular maravilha.
Considerando que a rádio também divulga prodígios a granel, como um cliente religioso pode optar? Para preferir uma igreja, precisa distinguir sobre qual missionário, apóstolo, pastor ou evangelista, Deus apontou o dedo. E se tiver uma filha com leucemia aguda, não pode errar. Ao apelar para uma igreja com pouco poder, perde a filha.
O correto seria freqüentar todas. Mas como? Em nenhuma dessas igrejas televisivas o milagre é gratuito ou instantâneo. As letrinhas, que não aparecem na parte de baixo do vídeo, afirmariam que, por mais “ungido” que for o missionário, um monte de exigência vem embutida na promessa da bênção. É preciso ser constante nos cultos por várias semanas, contribuir financeiramente para que a obra de Deus continue e, ainda, manter-se corretíssimo. Um deslize mínimo impede o Todo Poderoso de operar; qualquer dúvida é considerada uma falta de fé, que mata a possibilidade do milagre.
Lojas de eletrodoméstico vendem eletrodoméstico, óbvio. Igrejas evangélicas comercializam a idéia de que agenciam o favor divino com exclusividade. E por esse serviço, cobram caro, muito caro. Afinal de contas, um produto celestial não pode ser considerado de quarta categoria. A "Brastemp" espiritual que os teleevangelistas oferecem vem do céu.
O acesso ao milagre se complica, porque todos mercadejam o mesmo produto. Os critérios de escolha se reduzem a prazo de entrega, conforto e garantia.
Opa, quase esqueci! As lojas, em conformidade com o Código do Consumidor, são obrigadas a dar garantia, mas as igrejas evangélicas não dão garantia alguma. O cliente nunca tem razão. Quando a filha morrer de leucemia, o pai, além de enlutado, será responsabilizado pela perda. Vai ter que escutar que a menina morreu porque ele “deu brecha” para o diabo, não foi fiel ou não teve fé.
Mercadologicamente, Casas Bahia e Magazine Luiza estão bem à frente das igrejas. Melhor assim, geladeira nova é bem mais útil do que a ilusão do milagre.
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Terça-feira, 3 de Março de 2009
O caminhar com Deus medianta a fé
POR CAIO FÁBIO
Uma vez justificados com Deus em razão do que Jesus realizou ao morrer e ressuscitar para advogar a nossa causa — fomos reconciliados com Deus; e, assim, Dele recebemos paz indizível; visto que a Graça da justiça que se estabelece por meio da fé pura e simples (e que é absolutamente centrada em Jesus), quando acontece como fé que se entrega ao amor de Deus e confia no que Já Está Feito, faz crescer para o bem do homem o fruto mais essencial para quem vive pela fé na Graça — que é essa paz com Deus que nunca acaba porque é uma decisão de Deus em nosso favor em razão de Jesus, o Príncipe da Paz.
Ora, esta é a Graça na qual estamos firmes, e dela não seremos jamais afastados; nem por anjos ou demônios; nem por dimensões ou mundos paralelos; nem por abismos psicológicos ou por conquistas visíveis aos olhos; nem pelas culpas do passado (obras já mortas) ou mesmo pelas coisas no passado vividas por nós como virtude; nem tampouco pelos problemas; ou pelas angustias, conflitos ou carências; nem pelos enfrentamentos hostis que no presente sempre aparecem de todos os lados; e nem ainda por qualquer que seja a perspectiva futura que tenhamos; algo como que nos pondo no centro dos cenários mais impensáveis do Apocalipse; ou até mesmo no caso de que fossemos visitados por criaturas alienígenas — Sim! Nada disso nos afetaria ou afetará; pois esta Graça na qual estamos firmes tem sua segurança exclusiva na certeza de que a Cruz de Jesus significa a paixão e o amor de Deus pela nossa vida; e por todas as vidas. Daí jamais podermos ser afastados da Graça uma vez que a tenhamos conhecido como experiência com Deus e de Deus; e não como uma filosofia teológica aceita como corpo de doutrinas supostamente capazes de salvar-curar alguém; e isto apenas porque o cérebro da pessoa tem capacidade de retenção, especialmente para reter algo tão sistematicamente ridículo como as leis espirituais de salvação desenvolvidas por inúmeros fazedores de pontes para “Deus” entre os do “Cristianismo”.
Além disso, é essencial que enquanto gozamos a paz de Deus e a abolição da culpa como instrumento do diabo para matar a alma pela força da acusação mais perversa e implacável, jamais nos esqueçamos de nos alegrarmos com exultação gloriosa acerca da Graça como Glória de Deus; e para a qual fomos vocacionados em Jesus.
Assim, a vida com Deus já começa na paz, e continua para gestar em nós uma existencialidade louca de alegria na Glória que já nos está proposta, reservada e garantida; tudo por causa de Jesus.
A paz de Deus nos remete para a exultação na Glória de ser, e que em Cristo nos foi assegurada. Portanto, não há verdadeira paz de Deus em nós que possa deixar de ser exultante na esperança-certeza da Glória.
Ora, essa é a Glória acerca da qual Jesus disse (orando ao Pai) que desejava que nós provássemos e conhecêssemos como experiência do amor com o qual o Pai amou o Filho antes de haver Existência.
Portanto, a promessa da Graça é que a Glória do Pai com o Filho antes de existir qualquer coisa (até porque a criação é a explosão do amor do Pai pelo Filho e do Filho pelo Pai) é a Glória de Deus com a qual todos nós seremos vestidos uma vez que por ela tenhamos sido absorvidos.
Todavia, num mundo caído como o nosso, a fim de sermos vestidos de Glória e por ela absorvidos, temos que aprender antes de tudo a nos gloriarmos nas nossas próprias tribulações; pois, a tribulação é a poda da Graça que nos embeleza de Glória em Glória até a Glória eterna.
Sim! As tribulações têm sua própria Glória, que é a Glória do crescer em amor mesmo em meio à dor.
Afinal, qual seria a Glória eterna a ser provada sem a experiência da dor?
Portanto, a caminho da Glória eterna, gloriemo-nos nas tribulações de hoje; pois a tribulação forja o ser pela experiência, visto que sem experiência não há nada de Deus e da vida que possa servir ao homem.
Além disso, a experiência cria um caráter perseverante; e simples em suas resoluções de fidelidade a Deus e a si mesmo. Por isso, todo perseverante que anda contra o que é adverso ao conforto natural, adquire força; e, tal força é qualitativamente esperança potencial.
Entretanto, a esperança que nasce como resultado de tudo quanto até aqui se disse, não é um mero esperar otimista; mas, antes disso, é uma esperança ungida de consolação e de alegria no Espírito Santo, o qual cresce em Sua manifestação em nós tanto mais quanto sejamos pessoas que andam sólidas no simples fundamento da Graça em Jesus, conforme o Evangelho.
Sem que se conheça este ciclo (com toda a multiforme manifestação na existência de cada um), não se chega a conhecer nada; pois, se começa na justificação mediante a fé, e que nos põe firmes na Graça, abrindo em nós o canal da certeza da paz em razão do perdão dado unilateralmente por Deus em Cristo, o que nos leva à alegria da Glória, em razão da qual somos ensinados a anteciparmos tudo que ainda será, mas que ainda não é; assim fazendo pela via de nos gloriarmos nas nossas próprias tribulações; pois é pela via das muitas dificuldades que crescemos de Graça em Graça até que seja Graça na Glória e Glória na Graça.
Ora, é nesse ponto que somos banhados pelo Espírito Santo, o qual nos unge com esperança imorredoura.
Assim é o caminhar na Graça!
Você vem?
Uma vez justificados com Deus em razão do que Jesus realizou ao morrer e ressuscitar para advogar a nossa causa — fomos reconciliados com Deus; e, assim, Dele recebemos paz indizível; visto que a Graça da justiça que se estabelece por meio da fé pura e simples (e que é absolutamente centrada em Jesus), quando acontece como fé que se entrega ao amor de Deus e confia no que Já Está Feito, faz crescer para o bem do homem o fruto mais essencial para quem vive pela fé na Graça — que é essa paz com Deus que nunca acaba porque é uma decisão de Deus em nosso favor em razão de Jesus, o Príncipe da Paz.
Ora, esta é a Graça na qual estamos firmes, e dela não seremos jamais afastados; nem por anjos ou demônios; nem por dimensões ou mundos paralelos; nem por abismos psicológicos ou por conquistas visíveis aos olhos; nem pelas culpas do passado (obras já mortas) ou mesmo pelas coisas no passado vividas por nós como virtude; nem tampouco pelos problemas; ou pelas angustias, conflitos ou carências; nem pelos enfrentamentos hostis que no presente sempre aparecem de todos os lados; e nem ainda por qualquer que seja a perspectiva futura que tenhamos; algo como que nos pondo no centro dos cenários mais impensáveis do Apocalipse; ou até mesmo no caso de que fossemos visitados por criaturas alienígenas — Sim! Nada disso nos afetaria ou afetará; pois esta Graça na qual estamos firmes tem sua segurança exclusiva na certeza de que a Cruz de Jesus significa a paixão e o amor de Deus pela nossa vida; e por todas as vidas. Daí jamais podermos ser afastados da Graça uma vez que a tenhamos conhecido como experiência com Deus e de Deus; e não como uma filosofia teológica aceita como corpo de doutrinas supostamente capazes de salvar-curar alguém; e isto apenas porque o cérebro da pessoa tem capacidade de retenção, especialmente para reter algo tão sistematicamente ridículo como as leis espirituais de salvação desenvolvidas por inúmeros fazedores de pontes para “Deus” entre os do “Cristianismo”.
Além disso, é essencial que enquanto gozamos a paz de Deus e a abolição da culpa como instrumento do diabo para matar a alma pela força da acusação mais perversa e implacável, jamais nos esqueçamos de nos alegrarmos com exultação gloriosa acerca da Graça como Glória de Deus; e para a qual fomos vocacionados em Jesus.
Assim, a vida com Deus já começa na paz, e continua para gestar em nós uma existencialidade louca de alegria na Glória que já nos está proposta, reservada e garantida; tudo por causa de Jesus.
A paz de Deus nos remete para a exultação na Glória de ser, e que em Cristo nos foi assegurada. Portanto, não há verdadeira paz de Deus em nós que possa deixar de ser exultante na esperança-certeza da Glória.
Ora, essa é a Glória acerca da qual Jesus disse (orando ao Pai) que desejava que nós provássemos e conhecêssemos como experiência do amor com o qual o Pai amou o Filho antes de haver Existência.
Portanto, a promessa da Graça é que a Glória do Pai com o Filho antes de existir qualquer coisa (até porque a criação é a explosão do amor do Pai pelo Filho e do Filho pelo Pai) é a Glória de Deus com a qual todos nós seremos vestidos uma vez que por ela tenhamos sido absorvidos.
Todavia, num mundo caído como o nosso, a fim de sermos vestidos de Glória e por ela absorvidos, temos que aprender antes de tudo a nos gloriarmos nas nossas próprias tribulações; pois, a tribulação é a poda da Graça que nos embeleza de Glória em Glória até a Glória eterna.
Sim! As tribulações têm sua própria Glória, que é a Glória do crescer em amor mesmo em meio à dor.
Afinal, qual seria a Glória eterna a ser provada sem a experiência da dor?
Portanto, a caminho da Glória eterna, gloriemo-nos nas tribulações de hoje; pois a tribulação forja o ser pela experiência, visto que sem experiência não há nada de Deus e da vida que possa servir ao homem.
Além disso, a experiência cria um caráter perseverante; e simples em suas resoluções de fidelidade a Deus e a si mesmo. Por isso, todo perseverante que anda contra o que é adverso ao conforto natural, adquire força; e, tal força é qualitativamente esperança potencial.
Entretanto, a esperança que nasce como resultado de tudo quanto até aqui se disse, não é um mero esperar otimista; mas, antes disso, é uma esperança ungida de consolação e de alegria no Espírito Santo, o qual cresce em Sua manifestação em nós tanto mais quanto sejamos pessoas que andam sólidas no simples fundamento da Graça em Jesus, conforme o Evangelho.
Sem que se conheça este ciclo (com toda a multiforme manifestação na existência de cada um), não se chega a conhecer nada; pois, se começa na justificação mediante a fé, e que nos põe firmes na Graça, abrindo em nós o canal da certeza da paz em razão do perdão dado unilateralmente por Deus em Cristo, o que nos leva à alegria da Glória, em razão da qual somos ensinados a anteciparmos tudo que ainda será, mas que ainda não é; assim fazendo pela via de nos gloriarmos nas nossas próprias tribulações; pois é pela via das muitas dificuldades que crescemos de Graça em Graça até que seja Graça na Glória e Glória na Graça.
Ora, é nesse ponto que somos banhados pelo Espírito Santo, o qual nos unge com esperança imorredoura.
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009
O medo de morrer entrega tudo..., até a alma!
POR CAIO FÁBIO
TODAS as coisas com o tempo se destroem ou se corrompem, conforme nos garante Paulo.
Sim! Tudo se destrói, tudo passa, tudo acaba.
Somente o amor permanece.
ENTRETANTO, fora o amor, tudo desvanece.
ORA, como não se quer amor, mas apenas durabilidade, e como se deseja imortalidade, e não vida eterna — então, cria-se cada vez mais o cenário da luta do homem contra a morte e contra a impermanência que o apavora...
ASSIM, surgem de modo cientifico e não mais mágico, as concretizações dos devaneios de imortalidade e deificação do homem, conforme tem sido o nosso surto desde o Éden.
ORA, uma das grandes angustias dos humanos, tomados que são pela fobia da morte, sempre foi encontrar uma formula para a longevidade ou, de preferência, para a imortalidade.
AGORA, com os avanços científicos prometidos e já testados em laboratório, se começa a divisar a possibilidade da concretização de tal longevidade.
RATOS já estão vivendo o dobro...
E MAIS: já se tem ratos cujos rabos estão se regenerando uma vez decepados; ou seja: crescendo outra vez — coisa que acontece com algumas espécies, especialmente os répteis, mas não com criaturas mamíferas, como é o caso tanto dos ratos quanto dos humanos.
O PROBLEMA ao se expor a tais possibilidades, além de todos os efeitos colaterais no ser intimo do homem, será a criação de gente longevamente doente de alma, pois, a alma, com o tempo se vicia e se corrompe também.
A SOLUÇÃO seria [e será quando acontecer em larga escala] alterar o cérebro do homem, mudando-lhe as reações, criando-se uma nova geração de humanos: pacíficos, super-inteligentes, semi-digitais nos aparatos e acessórios que lhe estejam disponíveis como tecnologia orgânica; e mais: sendo capaz de existir sob um Controle Maior e de modo submisso. Mas sem alma...
ORA, tudo isto já não é ficção. Somente os ignorantes supõem que aqui vaticino algo. Não! Apenas acompanho os avanços que estão acontecendo nos laboratórios de todo o mundo.
NÃO SEI quanto tempo teremos até a volta do Senhor. Mas, até lá, logo, logo, o que teremos entre nós já não será totalmente humano, mas sim humano-orgânico-técnico-cibernético.
PORTANTO, se não for apenas humano, ainda que desesperadamente humano, humano não será. E se humano já não for, o que quer que venha a ser, perseguirá o humano como o humano é ou tenha antes sido.
ORA, essa tal eugenia que se avizinha de nós tornará todos os humanos que não se entregarem a tais avanços e controles, gente que não fará mais nada na Terra.
NÃO ESQUEÇAMOS: 666 é o numero do super-homem, da Besta.
NÃO IMPORTA quem ou o que seja a Besta, o que importa é que ela-ele-coisa-sistema-what-ever — será apenas a condensação de tudo aquilo a que a humanidade saúda como Super e Supremo como feito da Ciência ou dos deuses do Futuro.
HOJE, mais do que por qualquer razão, sobretudo pelo que se avizinha dos humanos como promessa de desgraça, tenho pedido ao Senhor que me permita ter mais um pouco de tempo na Terra, mais alguns anos, tantos quantos pela natureza das coisas Ele deseje me dar.
QUERO estar mais tempo por crer que se Deus me tem dado ver tais coisas desde há tanto tempo atrás, conforme meus textos e falas nas Universidades afirmavam há três décadas e meia — creio que deveria ser para que no DIA MAL que se avizinha de todos nós, eu pudesse ficar e tentar resistir com aqueles que entenderem que o grande inimigo do homem será sempre o SUPER-HOMEM!
“COMO DEUS SEREIS...” foi, é e sempre será a maior sedução de Satanás aos humanos.
AGORA, pois, já não haverá limites para tudo quanto intentam fazer — disse o Senhor ao Senhor, quando da Torre de Babel.
MAS foi Daniel quem disse que nos últimos dias haveria uma proliferação dos saberes de modo assustador.
O APOCALIPSE diz que o sistema da Besta controlaria até mesmo as almas humanas, significando com isto que tal potestade de controle humano entraria na cabeça das pessoas.
JESUS disse:
ACAUTELAI-VOS! Pois esse dia há de vir sobre todos os habitantes do mundo!
No inicio tudo será VANTAGEM E GANHO!
SEREMOS como deuses!
DEPOIS, no entanto, ninguém mais pensará sem ser ouvido, a menos que se torne um ser PRIMITIVO, desconectado de tudo.
Pense nisto!
TODAS as coisas com o tempo se destroem ou se corrompem, conforme nos garante Paulo.
Sim! Tudo se destrói, tudo passa, tudo acaba.
Somente o amor permanece.
ENTRETANTO, fora o amor, tudo desvanece.
ORA, como não se quer amor, mas apenas durabilidade, e como se deseja imortalidade, e não vida eterna — então, cria-se cada vez mais o cenário da luta do homem contra a morte e contra a impermanência que o apavora...
ASSIM, surgem de modo cientifico e não mais mágico, as concretizações dos devaneios de imortalidade e deificação do homem, conforme tem sido o nosso surto desde o Éden.
ORA, uma das grandes angustias dos humanos, tomados que são pela fobia da morte, sempre foi encontrar uma formula para a longevidade ou, de preferência, para a imortalidade.
AGORA, com os avanços científicos prometidos e já testados em laboratório, se começa a divisar a possibilidade da concretização de tal longevidade.
RATOS já estão vivendo o dobro...
E MAIS: já se tem ratos cujos rabos estão se regenerando uma vez decepados; ou seja: crescendo outra vez — coisa que acontece com algumas espécies, especialmente os répteis, mas não com criaturas mamíferas, como é o caso tanto dos ratos quanto dos humanos.
O PROBLEMA ao se expor a tais possibilidades, além de todos os efeitos colaterais no ser intimo do homem, será a criação de gente longevamente doente de alma, pois, a alma, com o tempo se vicia e se corrompe também.
A SOLUÇÃO seria [e será quando acontecer em larga escala] alterar o cérebro do homem, mudando-lhe as reações, criando-se uma nova geração de humanos: pacíficos, super-inteligentes, semi-digitais nos aparatos e acessórios que lhe estejam disponíveis como tecnologia orgânica; e mais: sendo capaz de existir sob um Controle Maior e de modo submisso. Mas sem alma...
ORA, tudo isto já não é ficção. Somente os ignorantes supõem que aqui vaticino algo. Não! Apenas acompanho os avanços que estão acontecendo nos laboratórios de todo o mundo.
NÃO SEI quanto tempo teremos até a volta do Senhor. Mas, até lá, logo, logo, o que teremos entre nós já não será totalmente humano, mas sim humano-orgânico-técnico-cibernético.
PORTANTO, se não for apenas humano, ainda que desesperadamente humano, humano não será. E se humano já não for, o que quer que venha a ser, perseguirá o humano como o humano é ou tenha antes sido.
ORA, essa tal eugenia que se avizinha de nós tornará todos os humanos que não se entregarem a tais avanços e controles, gente que não fará mais nada na Terra.
NÃO ESQUEÇAMOS: 666 é o numero do super-homem, da Besta.
NÃO IMPORTA quem ou o que seja a Besta, o que importa é que ela-ele-coisa-sistema-what-ever — será apenas a condensação de tudo aquilo a que a humanidade saúda como Super e Supremo como feito da Ciência ou dos deuses do Futuro.
HOJE, mais do que por qualquer razão, sobretudo pelo que se avizinha dos humanos como promessa de desgraça, tenho pedido ao Senhor que me permita ter mais um pouco de tempo na Terra, mais alguns anos, tantos quantos pela natureza das coisas Ele deseje me dar.
QUERO estar mais tempo por crer que se Deus me tem dado ver tais coisas desde há tanto tempo atrás, conforme meus textos e falas nas Universidades afirmavam há três décadas e meia — creio que deveria ser para que no DIA MAL que se avizinha de todos nós, eu pudesse ficar e tentar resistir com aqueles que entenderem que o grande inimigo do homem será sempre o SUPER-HOMEM!
“COMO DEUS SEREIS...” foi, é e sempre será a maior sedução de Satanás aos humanos.
AGORA, pois, já não haverá limites para tudo quanto intentam fazer — disse o Senhor ao Senhor, quando da Torre de Babel.
MAS foi Daniel quem disse que nos últimos dias haveria uma proliferação dos saberes de modo assustador.
O APOCALIPSE diz que o sistema da Besta controlaria até mesmo as almas humanas, significando com isto que tal potestade de controle humano entraria na cabeça das pessoas.
JESUS disse:
ACAUTELAI-VOS! Pois esse dia há de vir sobre todos os habitantes do mundo!
No inicio tudo será VANTAGEM E GANHO!
SEREMOS como deuses!
DEPOIS, no entanto, ninguém mais pensará sem ser ouvido, a menos que se torne um ser PRIMITIVO, desconectado de tudo.
Pense nisto!
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Caminho da Graça - Estação Contagem
às
02:45
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